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Nas Ruas da vida- Final da primeira temporada

Patrão……. Não! Uma vez Shanisseka, uta Shanisseka! Então o patrão entrou, fechou a porta e falou meu nome, eu pasma de medo, virei lentamente olhando para ele e com uma voz trémula falei seu nome, dai um silêncio de cemitério tomou o lugar por quase trinta demorados segundos, era evidente a vontade do chefe, bom não só dele, a minha também, mas como uma mulher digna eu devia me preservar. Depois do silencio, sem jeito aproximei-me a ao guarda-roupas, abri uma das gavetas com intenção de ver se tinha roupa suja, foi quando senti o Salvador a minha trás pegando-me pela cintura e puxando para ele, tentei fazer ele me soltar mas para além de ele ser forte, eu também queria. Minutos passaram e nós naquela posição, até que o Salvador sussurra no meu ouvido o quanto desejava-me, a sua voz já revelava o quanto ele já havia me comido com os olhos. Ele me vira e beija-me como se fosse para beijar ou morrer, não tinha como recusar aquilo estava tão bom que parecia que no mundo não existia ma...

Nas Ruas da vida -capitulo VIII

A Força do destino Então o bandido tirou me a venda, deixando-me ver o seu chefe, o qual fiquei olhando seus olhos por 30 segundos, até que dos olhos penetrei até sentir a semelhança no nosso sangue, Ell puto era como o chamavam, mas era o meu pequeno e doce Tomás, o meu irmãozinho, que sentiu-se covarde ao não poder me defender daquele homem! Então um dos bandidos notando a nossa profunda troca de olhares, disse: -Chefe, É ela o nosso “deal”! -Primeiro desamara ela, segundo, ela não é teu “deal”, ela é minha irmã!__ Falou Tomás com sua voz de segurança, que já teria engrossado não só pela puberdade mas também pelas bebedeiras das dificuldades da vida, mesma vida que pela sua rugosidade, transformara o seu nome de Tomas para Ell puto, e lembrar que quando criança eu chateava me por ele ter um nome de “gente” e eu não. Então o capanga, desmontou me da cadeira de timbila e a única coisa que deu me vontade de fazer foi aproximar e abraçar o meu irmãozinho que já e...

Nas Ruas da vida- capitulo VII

A Força do Destino! Aqueles homens meteram me no “chikorokoro”, e levaram me para um cativeiro, onde senti-me sentada e amarada numa cadeira de timbila. Os homem eram um pouco gentis para o trabalho dele, passado alguns minutos ligaram para alguém:-alô senhora, já estamos com ela!, eu não percebi muito, eu estava era preocupada em querer saber o que estava se passando, quanto ao medo, a vida já tinha me ensinado a conviver com ele. Passaram se trinta minutos, ouvi o som de “mabiqueras”, socando o chão mal feito pelo cimento leão que já teria visto muito sangue. -Então estás aqui oferecida, tirem a venda dos olhos dela quero que me veja__ era a voz da Cristina a governanta, tomada pela ira e inveja! Comecei a ligar os factos, Cristina teria mandado sequestrar me, então retruquei: -Afinal o que fiz para ti Cristina? -você meteu se com meu docinho! -Que docinho? -O Salvador, ele é meu e só meu, não é uma oferecida que nem você que vai mudar isso! -Mas Cristina entre eu e o patr...

Nas Ruas da vida - Capitulo VI

A Morte espreita! Logo ouvi a caridade chamar-me, aproximei e vi logo o “mulungo”, senti um arrepio à flor da pele, senti meu cabelo crespo como se fosse minhocas, então aproximei: -Bom dia patrão! -Bom dia Shany, já havíamos combinado para não me chamar de patrão lembras?._respondeu ele. -É que depois do que aconteceu noutro dia, acho que todo o progresso da nossa amizade retrocedeu! -É por justamente isso que estou aqui! Peço desculpas por ter te beijado, foi um momento impulsivo, podes voltar a trabalhar, bom, vamos esquecer tudo! Para ser sincera, eu não tinha muitas opções, eu precisava do emprego. Foi ai que aceitei de volta! Dia seguinte, voltei ao trabalho, e logo à entrada era evidente o sorriso largo de desde o jardineiro até à mainata mais interna da casa pela minha volta, mas no background era evidente a cara fechada da Cristina (a governanta), mas não preocupava muito, até Jesus Cristo que é filho de Deus não agradou a todos! Com a minha volta e o pedido de descu...